A importância do mundo acadêmico

UNIVERSIDADE

Hoje contamos com um mundo globalizado, aonde todos os dias nascem milhares de formas de expressões e movimentos, trazendo a nossa mente e ao nosso cotidiano diversas formas para seguir aprendendo.

Para quem está migrando hoje do ensino médio, para o mundo acadêmico, digo a vocês que escolheram qualquer curso de A a Z, venho informa-lhes do mundo de informações que vocês vão encontrar daqui para frente.

A Universidade, conhecidíssima como “mundo acadêmico”, abrem as portas para o novo saber e ser, tudo muda, absolutamente, “Tudo”. A proposta da universidade é fazer com que o indivíduo pense e transforme o seu mundo local e social.

A proposta é também é que você pesquise o mundo e a sociedade em sua volta, seja você de qualquer área for, exatas e humanas. Propõe que o aluno descubra o imprevisível e o previsível.

Desejo a todos que estão na Universidade muito sucesso e que cada um de nós possamos mudar a sociedade a nossa volta e que possamos então assim, preparar um país melhor.

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Garoto de 5 anos é o mais jovem técnico em computação no mundo

Um garoto britânico de cinco anos se tornou o mais jovem especialista em computação do mundo, ao passar no teste da Microsoft e conseguir um certificado de técnico profissional em Windows. As informações são do Daily Mail.

Segundo a publicação, Ayan Qureshi é agora o mais novo técnico em informática do mundo. Com o certificado, ele desbancou o recorde de Mehroz Yawar, um menino que conseguiu o certificado com 6 anos, no Paquistão.

Ayan foi introduzido ao mundo dos computadores quanto tinha 3 anos, pelo seu pai, Asim Qureshi, 43 anos, um consultor de TI, na cidade de Coventry, na Inglaterra.

O menino sabe instalar e realizar a manutenção de softwares e hardwares em computadores que utilizam o Windows. Ele sabe, inclusive, como instalar versões diferentes do sistema operacional.

“Ele gosta de jogar jogos no computador, assim como qualquer criança, mas agora está mais interessado em como eles funcionam”, disse seu pai.

Terra

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Participação da região Centro-Oeste cresce com o PIB

De 2002 a 2012, a participação da região Centro-Oeste no Produto Interno Bruto (PIB) do país foi a que mais cresceu, de 8,8% para 9,8%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (14). Os estados que mais contribuíram para esse aumento foram Goiás (2,8%) e Mato Grosso (1,8%).

Apesar do aumento da participação do Centro-Oeste, o Sudeste segue com a maior fatia do PIB brasileiro entre as regiões (55,2%), ainda que tenha recuado 1,5 ponto percentual em relação a 2002.

De acordo com o IBGE, em 2012, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal e Bahia concentravam 76,6% no PIB brasileiro. São Paulo concentrava 32,1% do PIB brasileiro em 2012.

“O Rio Grande do Sul (4ª economia] está passando por vários problemas climáticos e no começo da série perdeu muito a participação por causa dos problemas climáticos”, disse Roberto Luís Olinto, diretor de pesquisas do IBGE.

Sobre a permanência das cinco primeiras colocações no PIB desde o início da série. “São Paulo está bem acima, para tirar concentração do Brasil ao ponto de ameaçar são Paulo, vai levar muito tempo. Entre o segundo e o quinto são estados com características bem definidas e distância em relação ao PIB, o valor, muito bem definida”.

“São Paulo sozinho tem mais ou menos um terço de participação no PIB. Ainda é a locomotiva, sempre, em qualquer estudo de série, São Paulo é a locomotiva. São Paulo sempre foi o primeiro, Rio, o segundo, Minas, o terceiro, Rio Grande do Sul o quarto e Paraná, o quinto. Sempre foram porque a distância entre eles é grande. O que gostaria de destacar é que o Rio de Janeiro, em 2012, atinge a marca de meio trilhão”, disse Olinto.

Entre todas as regiões, o Distrito Federal mostrou o maior PIB per capita, de R$ 64.653, quase três vezes a média brasileira e quase o dobro do vice-líder, São Paulo (R$ 33 624,41). Na outra ponta, estão Maranhão (R$ 8.760,34) e Piauí (R$ 8.137,51), com os menores PIBs per capita entre as 27 unidades da federação.

Em 2012, oito unidades da federação (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal e Bahia) representaram 76,6% no PIB brasileiro.

Outras regiões
A região Sul manteve a participação de 2011 no PIB brasileiro, de 16,2%. Perderam participação relativa Rio Grande do Sul (de 6,4% para 6,3%) e Santa Catarina, de 4,1% para 4,0%, respectivamente. O Paraná (5,8%) manteve a participação de 2011.

A participação da Região Norte recuou, indo para 5,3% do PIB, influenciada pela queda verificada no Amazonas (de 1,6% para 1,5% do PIB).

O Nordeste mostrou participação de 13,6% do PIB, acima da fatia de 2011. Bahia (3,8%) e Pernambuco (2,7%) aumentaram suas participações no PIB brasileiro.

Última divulgação
“O que é importante chamar atenção que essa divulgação é a última dentro do sistema de contas nacionais com a base antiga (2000). Dentro do planejamento, a divulgação da nova série (com base em 2010) se dará no ano que vem. O cronograma ainda vai ser definido, mas no primeiro trimestre do ano que vem, já sai o novo sistema de contas. Para o ano que vem, já vão estar adequados a nova base de contas”, informou Roberto Luís Olinto.

Olinto acrescentou que entre as mudanças estão a introdução do Censo Agropecuário e a Pesquisa de Orçamento Familiar (2008). “Nós fizemos pesquisa especifica sobre consumo de matéria prima da indústria e a questão mais importante são as novas recomendações do centro de contas, chamada recomendações 2008. E elas estão sendo introduzidas nos países do mundo.”

Olinto adiantou que o IBGE vai introduzir ainda o valor dos softwares nos sistemas. “Todas as mudanças, são mudanças conceituais. Formação bruta de capital, investimento, capital fixo, parte de gastos são considerados informação de capital, banco de dados, gastos da extração mineral. Esses são os mais importantes. Isso existia, mas era considerado gasto não formação de capital. Essas coisas todas, a gente está introduzindo e vai a partir do momento que divulgar calendário, vamos marcar um seminário para explicar melhor.”

G1

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Dólar tem a maior alta desde 2005

O Dólar fechou em alta de mais de 1% nesta quinta-feira, encostado em R$ 2,60, refletindo incertezas sobre quem substituirá Guido Mantega no Ministério da Fazenda, em meio ao clima de incerteza sobre a condução da política econômica do segundo mandato de Dilma Rousseff.

A moeda norte-americana subiu 1,20%, a R$ 2,5948 na venda. Na máxima da sessão, a divisa atingiu R$ 2,6120, maior patamar intradia desde 5 de dezembro de 2008, quando alcançou R$ 2,6190. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 900 milhões.

“Cada dia ouvimos uma notícia indicando um nome diferente. O mercado não sabe mais para onde apontar, então vai se proteger no dólar”, disse o gerente de operações do Banco Confidence, Felipe Pellegrini.

A atual equipe econômica é criticada por praticar uma política fiscal pouco transparente e excessivamente expansionista.

Entre os nomes mais citados para o Ministério estão o ex-secretário-executivo da Fazenda Nelson Barbosa, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles e, nos últimos dias, o atual presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini.

Dilma já afirmou que só anunciará nomes de sua equipe após a reunião do G20 neste fim de semana, o que tem sustentado a cautela dos investidores e limitado o volume de negócios, empurrando o dólar para cima e deixando o mercado mais sensível a boatos e especulações.

“Enquanto não soubermos quem vai ser a próxima equipe econômica, o dólar vai continuar assim: sem volume e reagindo a fatores pontuais”, disse o operador da corretora Intercam Glauber Romano.

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Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, pelas atuações diárias. Foram vendidos 1,75 mil contratos para 1º de junho e 2,25 mil para 1º de setembro de 2015, com volume correspondente a US$ 197,2 milhões.

O BC também vendeu nesta sessão a oferta total de até 9 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 1º de dezembro. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 36% do lote total, equivalente a US$ 9,831 bilhões.

Terra

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Inscrições para o Vestibular FTC e da Faculdade da Cidade 2015.1

Está nos últimos dias para se inscrever no vestibular da FTC e da Faculdade da Cidade. Tudo isso é para a inscrição do vestibular 2015.1 das mesmas instituições.

As provas serão realizadas no dia 19 de outubro em Salvador, Feira de Santana, Itabuna, Jequié e Vitória da Conquista, cidades onde a Rede de Ensino oferece cursos de graduação.

Para saber outras informações acesse vestibular.ftc.br e www.faculdadedacidade.edu.br, lembrando que as inscrições só vão até 17 de outubro.

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